Eu...Familia. Amigos, todos.

29
Jul 14

 

As coisas boas vêm para aqueles que esperam. Melhores coisas vêm para os outros que trabalham no dia a dia e nunca desistem.

publicado por todosdias às 15:38

28
Jul 14

 

 

Duas semanas para parar e descansar. Duas semanas acabadinhas de confirmar. Duas semanas de praia, descanso, sol...mar. Foram longos meses a gerir o peso dos problemas. Agora é aproveitar todos os minutos, sem desperdiçar um segundo, nós merecemos.

Estou feliz por receber este verão que teimava em não acontecer nas nossas vidas.

Agora sim já posso começar a arrumar as malas, a lista do que precisamos e tratar dos detalhes para deixar a casa organizada. Ter tudo pronto e começar a contagem decrescente, agora sim, para celebrar o verão com tanta saudade.
Temos o sul à nossa espera e vai ser tão bom.
publicado por todosdias às 15:05

27
Jul 14

 

"todososdias"

 

Repetimos o dia de ontem. Sobrou muito peixe e queriam fazer pão. Em pleno verão, acender forno pode parecer estranho, mas assim foi. Pães caseiros, pãezinhos com chouriço, outros com torresmos e ainda um bolo de laranja. Mais peixinho assado.

Jogar dominó e brincar na piscina como se fossemos garotos.

Passar algumas horas sem pensar em nada, tudo fico na estrada quando passámos o portão da fazenda.

Tranquilidade, energia positiva, equilíbrio, terapia, relaxar. E é assim mesmo!

publicado por todosdias às 21:53

"todososdias"

Voltar a locais onde estive na juventude... o convite surgiu e não tive como recusar. Amigos de outros tempos que a vida se foi encarregando de separar, vieram à memória recordações e pessoas que passaram pela nossa vida, algumas deixaram mais marca que outras, mas sem duvida foi uma passagem.

Claro que foi diferente, velhos amigos com novos amigos. Já nem me lembro quando foi a ultima vez que estivemos assim, é sempre só nós os três e quando se junta mais gente é sempre família e os seus stress. Ontem foi diferente, saímos completamente da rotina e confraternizamos.

Não foi nada de especial, um dia tranquilo no meio do campo, conversas à beira da piscina e umas deliciosas sardinhas a acompanhar. Sou doida por sardinhas assadas na brasa, mas é tão raro comer que ontem souberam deliciosamente.

A minha filha um pouco mais deslocada, embora conhecesse os outros miudos, mas esta juventude é diferente, faz me confusão a dependência que têm dos "clicks" no telemóvel e no PC. E agora de férias parece pior, muitas horas fechados em casa a conviver pela internet. Sempre que surge uma oportunidade de ela sair, quase que e a empurro.

O mais importante foi termos saído de casa, estamos os três demasiado tempo em casa.

De certo foi um dia diferente, que exactamente por ser diferente marcou pela diferença que teve em cada um de nós os três.

 

publicado por todosdias às 09:16
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25
Jul 14

publicado por todosdias às 19:35

24
Jul 14

 

Levar a vida demasiado a sério é uma seca! Torna os nossos dias pesados, desgastantes e completamente sem piada. Para além disso, levar a vida a sério não é compatível com a alegria, paz e felicidade que desejamos. Isto porque, na minha opinião, a sensação de felicidade envolve leveza e desapego das histórias que a nossa mente nos conta sobre que deveria ou não estar a acontecer na nossa vida. Como se costuma dizer: “shit happens“! Tropeçar e espalhar-se ao comprido faz parte do jogo. Não há ninguém que esteja livre desses “tropeções” e, sim, acontecem e se ainda não te aconteceram, irão acontecer , simplesmente porque a vida acontece – com todas as coisas que a nossa mente considera “boas” e “más”.

 

O truque está em levantar, sacudir o pó, aprender a lição e seguir em frente. É apenas uma história – mais uma. E é assim mesmo!

publicado por todosdias às 18:11

23
Jul 14

Á semelhança dos últimos dois anos, aqui e aqui, voltámos a reciclar. Desta vez com trabalho a dobrar: comprar e vender.

 

Comprar

Este ano são menos, mas nem por isso o custo dos mesmos é menor, pelo contrário quanto mais se sobe no ano de escolaridade mais caros são os manuais. A procura até agora têm sido fácil. Quatro conjuntos de manuais já cá cantam, um deles ainda cheira a novo pois nunca foi usado e mais barato cerca de 60% que comprado na papelaria. Faltam dois, provavelmente vai ser mais dificil, mas um está meio apalavrado. Depois faço as contas finais.

 

(uma vendedora não enviava por correio, perguntou-me se eu não poderia ir a Viana do Castelo buscar, disse-lhe que teria de fazer mais de 800km (ir e voltar) e 8h de viagem, só em gasolina e portagens gastava mais do que ir à papelaria ao lado da minha casa e comprar todos os manuais em 5minutos. não vendeu.)

 

Vender

Aqui a missão está a dar mais trabalho embora o resultado obtido até à data esteja a compensar. Vamos por partes:

a) Acabou-se mais um ciclo escolar, os exames estão feitos, hora de vender três anos de manuais. Em muito bom estado e alguns nunca usados embora em segunda mão, continuam novos. Dá pena deitar fora, guardados só ocupam espaço e reciclados sempre ajudarão ao orçamento de algumas famílias e ao meu também ;)

b) Colocar os anúncios é muito fácil e quando o negócio corre bem é muito rápido. Já vendi oito, alguns acho que não vou mesmo conseguir vender. São livros com muita oferta e porque as editoras lançam novas versões em muitos casos apenas uma correcção ortográfica ou mais um exercício faz logo mudar o ISNB e as pessoas já não querem. Respeito a opinião das pessoas e percebo o negócio "sujo" das editoras. Não consigo aceitar que famílias com filhos , com apenas dois anos de diferença, tenham que andar a comprar manuais porque os dos irmão já não servem. (Relato hoje de uma mãe que me comprou um manual)

c) Uma correia entre apagar os manuais que têm exercícios escritos a lápis (faço questão de entregar tudo limpinho o pior é que de tanto apagar até tenho dedos com bolhas), entre gerir dezenas de emails (alguns divertidos, outros disparatados, outros complicados) e entre entregar manuais.

 

(uma compradora solicitou várias fotografias do interior de 4 conjuntos de manuais que eu tinha à venda (12 livros ao todo) para mostar á mãe. sob ameaça de que sem as fotos e um desconto não comprava. não comprou.)

 

Próximos episódios de "reciclar livros escolares", com contas finais, brevemente...

publicado por todosdias às 22:07

22
Jul 14

publicado por todosdias às 18:49
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19
Jul 14

 

Em geral, os momentos em que nos encontramos mais vulneráveis são os momentos em que o nosso coração mais se abre aos outros. Quando nos encontramos em processo de reflexão sobre o caminho que estamos a percorrer, é normal que momentos fortes de vulnerabilidade aconteçam. Não é fácil olhar nos olhos dos nossos medos, defeitos, emoções reprimidas e padrões de comportamento que nos trazem sofrimento. E quando, finalmente, temos a coragem de o fazer, nem sempre é possível fazê-lo sozinhos. A dor e confusão podem-se tornar muito intensas e de modo a darmos o seguinte passo – em direção à transformação – necessitamos de alguém que nos oriente e esteja ao nosso lado. E nesses momentos tão vulneráveis, quando alguém se aproxima e nos dá a mão, apercebemo-nos da ligação permanente que existe entre todos nós e do quão preciosa é a essência das relações humanas.

Gosto de quem me dê a mão... E é assim mesmo!

publicado por todosdias às 21:45

18
Jul 14

 

Vivemos numa era muito frenética em que nos exige mais do que aquilo que conseguimos dar. Como costumo dizer, parecemos pequeninos hamsters numa roda sempre ocupados a correr de uma lado para o outro, contabilizando tudo o que fazemos pois, ainda por cima, somos julgados se não o fizermos. Desde o momento em que despertamos até que nos voltamos a deitar, a lista de afazeres é longa e o tempo para saborearmos o momento presente parece ser cada vez mais curto. O problema torna-se ainda maior quando chegamos ao ponto em que já não sabemos estar sem fazer nada. Parece que existe uma resistência – e sentimento de culpa – em soltarmos a necessidade constante de “fazer” e, simplesmente, “ser”. De vez em quando temos que parar. Não fazer nada. Apenas "ser".

E é assim mesmo!

publicado por todosdias às 19:27

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Preserverança
" Jogo a minha rede no mar da vida e às vezes, quando a recolho, descubro que ela retorna vazia. Não há como não me entristecer e não há como desistir. Deixo a lágrima correr, vinda das ondas que me renovam, por dentro, em silêncio: dor que não verte, envenena. O coração marejado, arrumo, como posso, os meus sentimentos. Passo a limpo os meus sonhos. Ajeito, da melhor forma que sei, a força que me move. Guardo a minha rede e deixo o dia dormir. Com toda a tristeza pelas redes que voltam vazias, sou corajosa o bastante para não me acostumar com essa ideia. Se gente não fosse feita pra ser feliz, Deus não teria caprichado tanto nos detalhes. Perseverança não é somente acreditar na própria rede. Perseverança é não deixar de crer na capacidade de renovação das águas. Hoje, o dia pode não ter sido bom, mas amanhã será outro mar. E eu estarei lá na beira da praia de novo. " Ana Jacomo
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