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resumir junho vs dias muito bonitos 🏡
*O silêncio do campo e a tranquilidade de sabermos que tínhamos o relógio em modo pausa que fez com a nossa mente e corpo entrassem em modo "relax".
Desta vez não organizei refeições com antecedência, levei apenas algumas coisas que optamos por fazer conforme nos apetecesse. Também não fiz roteiros, entrávamos no carro apenas com a nossa bússola interior e com o intuito de absorver tudo à nossa volta. Perdemos a noção do que caminhamos e dos quilómetros percorridos, sempre à volta do Alqueva, cidades, vilas e aldeias encantadoras, paisagens deslumbrantes, património histórico e uma forte ligação ao modo de vida alentejano. Sempre sob o calor do nosso Alentejo: Moura, Mourão, Reguengos, Monsaraz, Portel, Amieira. Espreitámos em todo lado, absorvendo tudo como uma esponja. Cada lugar, cada esquina, cada recanto é difícil de descrever, mesmo que use fotos como suporte elas não passam o que realmente vimos, sentimos e respiramos. Mas com a certeza que ficou bem registada e guardada nos nossos corações.

"todososdias"
Viajar pelo Alentejo é deixarmo-nos guiar pela tranquilidade, saborear a gastronomia rica em tradição, conversar com quem vive ao ritmo da terra e redescobrir o prazer de não ter pressa. As planícies alentejanas não são apenas cenário — são convite. Um convite a abrandar, a respirar fundo e a sentir, verdadeiramente, o lugar onde se está.
Dias que souberam a muito… roubámos cada bocadinho de energia que o nosso Alentejo tem e regressámos cheios. Vivendo os momentos como únicos que são! E é assim mesmo!

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"Uma das coisas mais belas da vida é a oportunidade que temos ao abrirmos uma janela. Seja ela exterior para vermos o canto dos pássaros, seja ela interior para reconhecermos o solo fértil que carregamos dentro da alma!" Adélia Prado
* tempo certo para arrumar a casa e a cabeça, para limpar a alma e prepará-la para o que vem a seguir, para pedir ao coração que bata mais devagar, que faça menos alarido, que serene… maio e junho foram intensos, casámos a prima, trabalhamos em modo velocidade cruzeiro, ajudamos no processo de certificação dele, tivemos as festas da santa terrinha e pelo meio umas mini-mini-férias com dois mini-mini-pulinhos à aldeia, os dias voaram.
* tempo certo para abrir as janelas, renovar a fé, para crer no nosso verão que começa daqui a menos de nada, para respirar fundo e sentir o conforto bom de saber que ainda vamos ter dias grandes de sol a praticar o não-fazer-nada e a deixar a leveza entrar.
Se há coisa que aprendi com a vida, é que uma ou duas coisas, exteriores e interiores, vão correr mal, mas que de uma forma ou de outra resolvem-se… é julho, e a minha casa respira como eu: tranquila.
E é assim mesmo!

“As coisas apenas valem pela importância que lhes damos.” A. Gide
O ser humano tem muito a mania de valorizar aquilo que tem pouca importância, acabando por menosprezar aquilo que faz, realmente, com que a vida valha a pena. É bom termos objetivos materiais e outras ambições, mas será que é isso que, no final de tudo, vai valer a pena? Um simples fim de semana (no nosso cantinho) e sem planos, vale ou não vale a pena?
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“Talvez seja o amor a única coisa que a gente quer e realmente precisa para ser feliz.” Diego Vinicius
A meteo prevê tempo frio e muita chuva por isso o forno vai bombar (assados e bolinhos reconfortam, enchem a casa de aromas e ajudam a torná-la mais quentinha), os planos estão mais que certos, entre a cozinha vs limpezas e trabalhos (que entraram em modo pausa devido ás festividades natalicias) e o sofá vs muitas mantas, filmes, livros e muita preguiça. São destas pequenas e grandes coisas que a vida é constituída. Momentos da vida e dizer-nos para esquecermos o mundo lá fora, das preocupações e dar espaço a que coisas bonitas aconteçam. Ficar na “toca” não necessita de ser confinamento obrigatório. Mas sim acreditarmos que criamos a nossa vida, ou melhor, a qualidade da nossa vida. E é assim mesmo.
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