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Os portugueses têm a memória curta, ou  andam a consumir muito queijo, ou sou apenas eu e o meu jeito de implicar com tudo e todos.

Fez precisamente 2 anos que vim para casa, sem pão, com pouca comida em casa e sem papel higiénico, porque não faço stock e porque até ser decretado estado de emergência estive sempre a trabalhar, ao contrário de muitos que uns dias antes se fecharam nas suas bolhas com as despensas cheias.

Dia do pai, era dia de fazer bolo, mas não havia farinha no supermercado, .... irr@ !

Tive um 'dejá vu'... "again".

Caríssimos, não ouvem as notícias? Os governantes, economistas e demais analistas referem que é prioritário racionalizarmos. As coisas só vão falhar se formos egoístas, temos que racionalizar e parte da consciência de cada um de nós.  Pandemia, seca e guerra... um verdadeiro "cocktail molotov", a subida dos preços vai ser inevitável e a crise que se avizinha vai ter precedentes que ainda não consigo imaginar. Não é meu intuito tecer considerações pelo que se está a passar no mundo, apenas quis fazer um bolo ...e porr@ , não tinha farinha.

 

 

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16 comentários

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De Ana D. a 21.03.2022 às 13:15

Um absurdo a ideia de ir a correr para os supermercados e açambarcar produtos para fazer stock em casa...
Boa semana!
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De todosdias a 21.03.2022 às 14:11

É mesmo absurdo, mas já existe pessoas a fazer isso, enfim.
Boa semana!
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De s o s a 22.03.2022 às 22:03

foi muito interessante. Está a faltar-me melhor termo.
Realmente a pessoa nao poder fazer coisas basicas como um bolo, isto num estado normal e sem guerra, só pode ser anedota ou fazer-nos ainda mais inseguros.

(A verdade é que nao há soluçao para isso, açambarcamente. Um caso, um tipo que se abastece de papel a cada 15 dias, e na "hora" de comprar nao há. Quando houver vai comprar "mais". È inevitável)
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De todosdias a 23.03.2022 às 09:19

Eu aceito que é inevitável, não sou nenhuma "madre teresa" e provavelmente da próxima vez vou cair na tentação de comprar "mais", mas não há necessidade de exagerar no "mais". Quero acreditar que foi apenas uma casualidade e que toda a gente resolveu fazer um bolo para o dia do pai.
Grata pelo comentário
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De Anónimo a 23.03.2022 às 10:24

Deixo só à vossa consideração a seguinte constatação: os aumentos a que assistimos, e já se encontravam fortemente em curso antes do conflito, após quase 2 anos de destruição da economia pelas medidas economicidas COVID (não foi o virus que destruiu coisa nenhuma, mas sim as medidas tomadas pelos governos), agravaram-se agora com as sanções impostas pela UE e Estados Unidos.
Mas, a Rússia ainda não reciprocou sanções de idêntica magnitude. O que ainda pode fazer.
Os agravamentos deste ultimo mês só consideram sanções num unico sentido, da UE e USA, i.e. esta é a componente auto-imposta por Bruxelas e Washington.
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De todosdias a 23.03.2022 às 11:47

Conforme referi neste meu post "não é meu intuito tecer considerações pelo que se está a passar no mundo", mas apenas um sentimento que tive de "segunda vaga" de saque aos bens essenciais.
E sim, ainda mesmo sem e existência deste conflito os aumentos já eram sentidos.
Grata pelo comentário.
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De Anónimo a 23.03.2022 às 13:16

Não tem que agradecer quem agradece sou eu,todos estamos a sentir o aperto no bolso e se há momentos em que a racionalidade deve imperar, este é um deles.
Tal como refere.
Sobretudo haja aumento de consciência das pessoas que quando votam (ou não votam) se apercebam em quem ou que forças estão a depositar a sua confiança, ou o poder de mandar os seus filhos para a guerra. Bélica ou económica. Nada neste mundo acontece por acaso.
Já bastam os não-eleitos (Leyden, Borrell, Draghi, Scholz)...
Se todos entrarem a açambarcar gera-se o pânico e tudo acaba mais depressa, e mais os preços sobem.
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De Anónimo a 23.03.2022 às 10:31

Ahh percebi…’as coisas só vão faltar se não formos egoístas…’
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De todosdias a 23.03.2022 às 12:06

As diversas opiniões que li, tinham em comum a palavra "racionalizar", e refiro-me apenas a esta fase em que nos encontramos,
Considerando a incógnita dos fases que estão para vir, até eu posso vir a "olhar só para o meu umbigo".
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De Anónimo a 23.03.2022 às 13:30

Não quereria dizer o oposto? —> as coisas só faltarão se formos egoístas?
Egoísta no sentido de ter mais para si mesmo, e menos para os outros.
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De todosdias a 23.03.2022 às 13:42

Têm toda a razão, nem me apercebi que me enganei com a palavra "não"...vou corrigir.
Obrigada
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De José a 23.03.2022 às 12:39

Na verdade, as coisas só vão falhar se formos egoístas. Só se formos egoístas é que vamos açambarcar. Por isso, as coisas só falham se formos egoístas, que é exatamente o oposto ao que escreveu. Como está escrito, está a fazer um convite ao açambarcamento (que não me parece ser a sua intenção, bem pelo contrário).
Confesso que vim atraído ao blog pelo destaque no Sapo, que tinha destacado "As coisas só vão falhar se não formos egoístas". Fiquei confuso e abri o link. Desfeita a confusão (acho eu), concordo plenamente com o que escreveu sobre o primeiro confinamento.
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De todosdias a 23.03.2022 às 13:52

Têm razão, nem me apercebi que me enganei com a palavra "não"... faz toda a diferença no sentido do que escrevi, a mensagem que quero passar é que nesta fase que estamos a viver, para já o importante é todos racionalizarmos um pouco, já corrigi.
Grata
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De Anónimo a 23.03.2022 às 16:29

O egoísmo faz parte da natureza humana enquanto instinto básico de sobrevivência. Se eu me safo, os outros que se ..... Por mais que se acene com altruísmo, quem vai correr o risco de passar, ou deixar os seus passar necessidades por mera opção? É a mais dura e triste realidade, mas é como o mundo funciona na esmagadora maioria das circunstâncias.
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De João a 23.03.2022 às 16:46

Não sei como ainda consegues ouvir economistas e analistas... A não ser que a tua profissão esteja relacionada com tais indivíduos. Quanto à crise que aí vem... é melhor nem sequer tentares imaginar. O menor dos teus problemas será não ter farinha para fazer um bolo. Se não for a guerra, simples e nuclear... minha cara... o que aí vem vai ser muito trágico e doloroso para todos. A maioria de nós não terá mais de 20-30 anos de vida neste planeta, podes ter a firma certeza (isto claro, para quem ainda tem perspectivas de viver mais). Good luck!
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De Anónimo a 23.03.2022 às 19:00

Também pode ver as coisas de outra forma: a destruição económica iminente prestes a abater-se sobre o Ocidente representa também uma oportunidade brutal de enriquecimento para quem tiver olhinhos e usar o cérebro para mais que beber tretas da televisão.
Já assim foi em 1929 e parece ser unânime que esta, vai ser pior.
É uma pena que intencionalmente o curriculo económico/financeiro não conste da educação em Portugal - afinal para quê ? Um português pobre é um português que vota esquerda ou "centrão", ou perdeu a esperança e não vota - o que importa é ter mais "clientes" para o "status quo".

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Preserverança

" Jogo a minha rede no mar da vida e às vezes, quando a recolho, descubro que ela retorna vazia. Não há como não me entristecer e não há como desistir. Deixo a lágrima correr, vinda das ondas que me renovam, por dentro, em silêncio: dor que não verte, envenena. O coração marejado, arrumo, como posso, os meus sentimentos. Passo a limpo os meus sonhos. Ajeito, da melhor forma que sei, a força que me move. Guardo a minha rede e deixo o dia dormir. Com toda a tristeza pelas redes que voltam vazias, sou corajosa o bastante para não me acostumar com essa ideia. Se gente não fosse feita pra ser feliz, Deus não teria caprichado tanto nos detalhes. Perseverança não é somente acreditar na própria rede. Perseverança é não deixar de crer na capacidade de renovação das águas. Hoje, o dia pode não ter sido bom, mas amanhã será outro mar. E eu estarei lá na beira da praia de novo. " Ana Jacomo

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