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Há quem tenha hobbies… e depois há quem adore listas. Eu assumo: adoro listas! Fazê-las, reescrevê-las, colorir, sublinhar, reorganizar — tudo isto me acalma. As listas ajudam-me a pôr ordem no caos, a ver o que realmente importa e a seguir o dia com a mente mais leve e clara. Riscar uma tarefa é, para mim, um pequeno ato de autocuidado. É quase terapêutico, é como abrir uma janela na mente e deixar entrar ar fresco. Há quem veja listas como uma mania; eu vejo-as como uma obsessão saudável. Porque quando escrevo, sinto-me proativa, equilibrada e mais próxima do que quero fazer (ou ser).
Além disso, as listas também alimentam a minha criatividade. Quando lhes junto cores, rabiscos e um toque de design, até as tarefas mais aborrecidas ganham um ar de brincadeira. E quando o dever se mistura com o prazer, tudo flui com mais leveza e produtividade. A Psychology Today confirma (sim, há ciência por trás disto!): escrever listas não é apenas uma distração bonita, é um hábito que ajuda a reduzir a ansiedade, aumenta a autoestima e até melhora a produtividade. Boas notícias, portanto: fazer listas é oficialmente terapêutico.
Eis 5 boas razões para continuar a fazê-las:
Não importa se são em papel, no telemóvel, com marcadores, quadradinhos, caixinhas ou números. O que interessa é o consolo que me dão — aquela sensação de que, mesmo quando a vida é um turbilhão, há sempre uma forma de a organizar… linha a linha, risco a risco. Fazer listas é, afinal, uma forma de criar ar e luz dentro de mim. E é assim mesmo!

Estava à tua espera! As folhas caem, o ar refresca. Há sempre mil razões para gostar de ti. ✨

“Talvez seja o amor a única coisa que a gente quer e realmente precisa para ser feliz.” Diego Vinicius
A meteo prevê tempo frio e muita chuva por isso o forno vai bombar (assados e bolinhos reconfortam, enchem a casa de aromas e ajudam a torná-la mais quentinha), os planos estão mais que certos, entre a cozinha vs limpezas e trabalhos (que entraram em modo pausa devido ás festividades natalicias) e o sofá vs muitas mantas, filmes, livros e muita preguiça. São destas pequenas e grandes coisas que a vida é constituída. Momentos da vida e dizer-nos para esquecermos o mundo lá fora, das preocupações e dar espaço a que coisas bonitas aconteçam. Ficar na “toca” não necessita de ser confinamento obrigatório. Mas sim acreditarmos que criamos a nossa vida, ou melhor, a qualidade da nossa vida. E é assim mesmo.
* premir o botão pausa

’Deus queira que chova muito amanhã. Para não ter a desculpa do sol para sair à rua. Nem do pavimento seco que promete não escorregar. Deus queira que chova denso. Para permanecer de pijama, enrolada nas nossas pernas, sem perceber onde começa a ternura de uma e acaba a de outra. Só me vou levantar para fazer o pequeno almoço nesta pequena morada, fritar o bacon, fazer os ovos, espremer o sumo. E voltar de novo. Deus queira que a chuva não tenha fim à vista para me dar a grandeza deste começo. E Deus queira que a determinada altura, fique até um friozinho, para os nossos corpos se aninharem na promessa de um. E que seja o que Deus quiser.’’ I.Saldanha
Estas palavras encontraram-me… tal como o sol aquece também acredito que a chuva limpa, que venha chuva e lave, que venha vento e leve, que tudo acalme e a harmonia se instale. E é assim mesmo!
(com previsões de chuva e tempo cinzento vai saber bem ficar em casa, entre assados e aromas doces também está nos planos pôr as leituras em dia e muito sofá)

* ser Feliz com quem me faz Feliz!